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Como Proteger Seu Pet do Frio

     Com o inverno chegando, o frio já começa a tomar conta, e assim como nós humanos, nossos pets também sentem frio.      Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o pelo do cachorro não é suficiente para aquecê-lo durante o inverno. Claro que eles têm uma resistência maior, e uma necessidade um pouco menor que a nossa de se esquentar quando o clima começa a esfriar. Mas embora existam raças de cachorro que realmente tenham o organismo preparado para enfrentar invernos rigorosos, como Husky Siberiano e São Bernardo por exemplo, a maior parte das raças não tem essa disposição, principalmente as raças brasileiras, que estão acostumadas com temperaturas mais amenas.      Sendo assim, devemos estar preparados para cuidar dos nossos bichinhos quando o inverno chega, para que eles não sintam frio ou peguem alguma doença, lembrando sempre que cachorros filhotes e idosos precisam do dobro de cuidado.      A Bendog separou para você algumas dicas de como fazer isso. Vamos lá?     1- Fique at

Setembro Vermelho! Como prevenir e detectar a tempo doenças cardíacas em cães e gatos?

Nossos  peludos, assim como nós humanos, são suscetíveis a diversos males do coração, principalmente quando estão envelhecendo. Por isso “Setembro Vermelho” chega junto com o Mês Internacional do Coração com ações voltadas à conscientização da existência das doenças cardíacas em pets, conhecimento de seus métodos de prevenção e tratamento.
É importante reiterar que diante do aumento da expectativa de vida dos cães, qualquer um dos nossos peludos pode sofrer de doenças cardíacas, independentemente da espécie ou raça. No entanto, a detecção precoce e um tratamento adequado podem garantir uma vida mais longa, saudável e feliz ao seu peludo. Sim! O ideal, é apostar na prevenção. Como? A gente preparou 7 pontos essenciais para você prevenir e detectar a tempo doenças cardíacas em seus cães ou gatos.
1. Exames de rotina 
Exames de rotina em cachorros

A maioria das doenças cardíacas é silenciosa, por isso ainda seja o ponto mais óbvio é necessário lembrar que exames de rotina previnem o desenvolvimento de problemas cardíacos. Isto porque doenças cardíacas fazem com que o sangue não seja distribuído corretamente e, com o passar do tempo, mais órgãos sejam danificados. O check-up cardiológico nos pets inclui eletrocardiograma, ecodopplercardiograma, raio-x de tórax, holter e medida da pressão arterial. Em alguns casos, também é necessário tomografia e um exame de sangue conhecido pela sigla BNP, que ajuda aos especialistas a monitorar a evolução e o tratamento da doença cardíaca.
2. Sinais 

Há sinais que podem indicar que seu pet pode estar com a saúde debilitada. Preste muita atenção:
Tosse. Se seu cão tem uma tosse continua que parece um engasgo e piora à noite quando ele está dormindo, ele provavelmente tem uma doença cardíaca. Os gatos, via de regra, não tossem, mas também podem apresentar esses sintomas.
Respiração Irregular: Em cães, depois de ter realizado uma atividade física muito leve e principalmente em gatos, a respiração pela boca é uma tentativa de levar mais oxigênio aos pulmões.
Exercício. Animais de estimação com problemas cardíacos movem-se menos e são relutantes em fazer exercícios, passear ou até mesmo brincar. Se além ele se cansa mais rápido do normal e respira com dificuldade, pode estar enfrentando um claro sintoma de doença cardíaca.
Dificuldade respiratória. Cães e gatos com problemas cardíacos geralmente respiram mais pesadamente durante o sono. A tensão abdominal pela respiração também pode ser um indicador desse distúrbio.
Desmaio. Se a doença cardíaca já estiver muito avançada ou séria, nosso cão ou gato pode desmaiar quando a circulação parar de manter o suprimento de sangue para o cérebro. É uma situação de emergência médica! Os gatos também podem sofrer paralisia das patas dianteiras ou traseiras à medida que se formam coágulos de sangue que bloqueiam a circulação para as extremidades.
Falta de apetite. Muitos animais de estimação com doenças cardíacas mostram sinais de falta de apetite. Quando nosso peludo engole, ele deve parar de respirar, então, se ele tiver problemas cardíacos, será um incômodo.

3. Prevenção 



Para prevenir ou retardar as doenças cardíacas o máximo possível em seu peludo, desde que as doenças não sejam congênitas, você pode criar uma série de rotinas saudáveis. Que acompanhem uma dieta balanceada, rica em proteínas e pobre em grãos e cereais. Você pode conferir as 10 Dicas Para Ter sucesso Na Alimentação Natural Para Seu Dog e beneficiar a saúde de seu dog. 

Por outra parte o exercício é essencial para que seu pet tenha um peso corporal adequado. Você pode regulá-lo por meio de caminhadas ou estimulando seu cão ou gato através de exercícios físicos e mentais em casa. Sim, é essencial você estabelecer melhores praticas para estabelecer Rotinas Saudaveis.

4. Comida relacionada com doenças cardíacas


A FDA, Agência governamental dos Estados Unidos responsável pela regulamentação de alimentos tanto para humanos quanto para animais, lançou um alerta atualizada em junho de 2019 onde revela que rações cujos principais ingredientes sejam ervilhas, lentilhas ou batatas, podem aumentar a chance de doença cardíaca em cães. Para evitá-lo é essencial olhar para as letras miudinhas dos ingredientes da ração que dá ao seu peludo ou começar com uma dieta AN. 

5. Doenças mais comuns

Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC) é uma das doenças mais graves do coração . Caracteriza-se por um bombeamento de sangue insuficiente, e é o estágio de descompensação do coração. Dessa forma, a tendência é o acúmulo de sangue nos vasos, dificultando o fluxo normal. O problema gera formação de edemas em algumas regiões do corpo, como nos membros posteriores (pernas).
Doença valvar degenerativa é uma das patologias mais comuns em cachorros e atinge a valva mitral. Os sintomas mais comuns são tosse, intolerância a exercícios e síncope. Afeta principalmente nossos peludinhos de pequeno porte.
Cardiomiopatia, tanto a dilatada quanto a hipertrófica, acontecem quando há um problema no músculo do animal. Na primeira, mais comum em cachorros machos de grande porte, o músculo cardíaco fica mais dilatado do que o normal. No segundo caso,  é silencioso e ocorre com maior frequência em felinos, é quando o músculo cardíaco atrofia, ou seja, fica mais grosso. Em ambas, os sintomas comuns são cansaço e dificuldade respiratória.
Valvulopatias Trata-se de uma doença que é diagnosticada pelo veterinário ao identificar um “sopro no coração”. Caracteriza-se por uma falha anatômica nas válvulas, que leva a um descontrole na passagem de sangue e, por consequência, pode levar à insuficiência cardíaca.
Dirofilariose é uma doença é provocada por um verme (do coração) que se aloja no órgão e dificulta a passagem de sangue, comprometendo o funcionamento cardíaco de cães e gatos. A enfermidade é transmitida por uma picada de mosquito e geralmente acomete pets que vivem próximos ao mar.

6. Raças com mais propensão a doenças cardíacas

As condições cardíacas podem estar relacionadas a muitos fatores, como idade avançada, predisposição genética e racial. No caso de cães pequenos os mais propensos são os da raça poodle, yorkshire terrier, maltês, lhasa apso, shih tzu e pinscher.  Já no caso de cães de grande porte, raças como boxer, cocker spaniel e dobermann tendem a desenvolver doenças cardiovasculares com mais frequência.
Para os felinos, a raça é um fator com menos influência, mas os tutores de persas e maine precisam estar mais atentos.
7Idade 

O risco de desenvolver uma doença cardíaca aumenta a partir dos cinco anos de idade aparecendo geralmente aos seis anos em cachorros e aos quatro em gatos. É importante lembrar que estes problemas não tem cura, mas com o tratamento adequado, rotinas saudáveis em casa e um diagnóstico precoce é possível que a vida do pet seja prolongada.
Fontes:

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